O
título desta seção do site, é bom que
se diga, é mais uma questão de marketing do que de sentimentos...
Afinal convenhamos: embora negativo, Eu Odeio é bem
mais forte do que um simples Eu não gosto
ou algo do tipo.
Estou
dizendo isso porque a primeira vez que escrevi essa lista fiquei meio
impressionado com a quantidade de coisas que eu "odiava".
E realmente não carrego tanto ódio assim no coração...
A lista refere-se não somente a coisas que eu odeio, mas a
coisas chatas ou que me incomodam. Então vamos lá:
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Grande
parte dos amistosos da Seleção Brasileira - Brasil-sil-sil:
É IRRITANTE como os jogos do Brasil que não valem por
nenhum campeonato têm sempre o mesmo script: grandes jogadores
com pés "amarrados", presos pela defesa adversária
e principalmente pela tática parreiriana... Jogos sofridos,
com gols chorados (quando sai, no máximo um). Por que a
Seleção Brasileira só costuma jogar de verdade em Copa
do Mundo, Copa América e Copa das Confederações??
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Os
programas esportivos que dedicam 80% de seu tempo útil
(ou seja, sem as intermináveis propagandas e merchandising)
ao time do Corinthians. E olha que hoje são praticamente
todos... Chega-se ao cúmulo de, quando São Paulo,
Palmeiras e Santos o derrotam, discutir-se muito mais o porquê
de o Corinthians ter perdido do que o porquê de qualquer
outro ter vencido!! Também é lamentável
que praticamente toda semana tenha jogo do Corinthians ao vivo
na TV aberta.
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Nelo
Rodolfo, da Rádio Jovem Pan, e principalmente José Calil, da
Transamérica e do programa do Avallone. O primeiro é MUITO chato;
o segundo fala uma metralhadora de bobagens.
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O
Corinthians, o Flamengo e o Palmeiras. Nessa ordem. (No fundo
eu só odeio o Palmeiras quando meu irmão começa
a encher MUITO minha paciência)
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O
Marcelinho Carioca.
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Comentarista
esportivo que só fala o óbvio. E que, dependendo
se o time que ele considerava melhor na partida toma ou marca
um gol, emenda com um "Água mole em pedra dura tanto
bate até que fura" ou "Quem não faz,
toma", ou algo do gênero. Exemplo clássico:
Juarez Soares.
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Programas
esportivos de rádio ou televisão que ficam especulando
e tratando "prováveis" transferências
de jogadores como grandes furos de reportagem.
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O
período sem futebol durante as férias de final
de ano e as reportagens sobre São Silvestre que ocupam
o espaço da programação esportiva nessa
época.
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Axé
music.
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Músicas
muito compridas (com exceções).
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Neopagode
romântico. Bandas com algum "balanço"
são suportáveis e até interessantes (já
gostei muito de Raça Negra e não renego essa fase
da minha vida...). Mas pagodinho tipo Karametade não
dá pra suportar.
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Djavan
e filhotes (como Jorge Vercilo). E odeio o fato de 97% das mulheres
gostarem das músicas do Djavan.
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"Nu
metal" ou qualquer tipo de rock que tenha vocais de rap
no meio.
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Pessoas
que usam mochilas nas costas durante shows e ficam andando e
pulando com aquele troço de lá para cá.
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Metal
melódico e seus vocais meio gays. Não gosto, mas
às vezes até acho... engraçado.
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As
músicas: do Titanic (Celine Dion), do Guarda-Costas (Whitney
Houston), With or Without You (U2), Is This Love (Whitesnake),
O Bêbado e o Equilibrista (Elis Regina), Faz Parte do
Meu Show (Cazuza), A Feira (O Rappa), Faroeste Caboclo (Legião
Urbana), Wonderwall e Champagne Supernova (Oasis), Silence Lucidity
(Queensrÿche), uma música do New Radicals que tocou
direto em rádios e MTV mas eu não sei o nome,
Tom Sawyer (Rush), Latest Trick (Dire Straits), Love Will Tear
Us Apart (Joy Division), Sweet Symphony (Verve), Eu Sei Que
Vou Te Amar, Sex And Violence (Exploited), "Me Pirou o
Cabeção" (Surto).
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Bandas
brasileiras de rock que imitam o Charlie Brown Jr. Aliás,
nem do próprio eu gosto...
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Som
de saxofone.
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Quando
cantam em karaokê: Legião Urbana; "Meu Erro"
dos Paralamas; "Fazer amor de madrugada..." cantando
"em cima da cama, embaixo da escada" (Kid Abelha);
e "É Proibido Fumar... maconha!" (Roberto Carlos
e Skank).
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Computadores
lentos e, principalmente, problemas de configuração
- que normalmente são minúsculos, mas causam um
transtorno enorme e levam horas e horas para serem descobertos.
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Quando
a impressora dá pau.
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Técnicos
em informática. Nunca conheci nenhum que fosse ao mesmo
tempo honesto e competente.
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Cartõezinhos
virtuais: passei a deletar tudo que recebo desse tipo. Não é
má vontade com cartões virtuais, mas 100% dos que recebi no
último ano camuflam um link para download de vírus... Você inclusive
certamente já deve ter recebido - e eventualmente aberto - algum
desses. Chegou até um suposto cartão da AACD, bem feitinho, com
um texto "original" da instituição. Mas aí você passa
o mouse sobre o link vê lá embaixo, na barra de status, o indefectível
arquivinho .exe. Aiaiai..
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RELACIONAMENTOS INTERPESSOAIS |
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Gente
que faz questão de criar caso por coisas menores. Sempre
que se pode evitar uma briga de alguma maneira, é melhor
fazê-lo. Mas há pessoas que não se dão
conta disso, ou que até têm prazer de ser desagradáveis.
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Impontualidade.
Algumas pessoas inclusive parecem fazer questão de chegar
atrasadas para deixarem os outros esperando. Aliás, quando
eu mesmo me atraso por qualquer motivo, fico extremamente constrangido.
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Gente
que começa a falar um problema e enrola pra terminar.
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Pessoas
pedantes e cheias de si. Exemplo clássico: Marta Suplicy.
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Algumas
situações em que eu estou quieto no meu canto
sem vontade de falar e alguém pergunta: "E aí,
Maurício, o que você acha?"
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Pessoas
que ficam se gabando de suas conquistas e façanhas sexuais.
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Ingratidão.
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Gente
que não quer aprender ou crescer intelectualmente, ou
pessoas acomodadas que arrumam uma desculpa esfarrapada para
não fazer as coisas.
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Pessoas
que opinam ferozmente sobre coisas que não sabem.
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Violência
e intolerância gratuitas.
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Quando
a pessoa discorda de você cortando o que você está
falando antes que você termine.
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Pessoas
que ficam xingando à toa no trânsito.
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Pessoas
que teimam mesmo quando se prova que elas estão erradas.
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Gente
falsa, invejosa, insegura e que faz intriga.
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Gente
que se faz de vítima.
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Siriris,
"bichos de calor", "aleluias", sei lá como
você prefere chamá-los. Aqueles que deixam suas asas pelo caminho
e ficam pentelhamente caminhando pelas madeiras. Ao que parece,
eles "viram" cupins...
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Baratas
e a forma como elas andam.
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Cavalos.
Até acho alguns bonitos, mas devo ter caído de
algum e me machucado em alguma outra encarnação.
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Filmes
com bichinhos ("XXX, O Cãozinho Tralalá",
"YYY, o Pônei Engraçado").
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Títulos
de comédias em português, principalmente aqueles
do tipo "Um ZZZ Muito Louco" ou com vocativos ("Mamãe,
blablablá", "Querida, fiz não sei o
que lá").
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Pessoas
que falam no cinema - principalmente quando é para tentar
acertar o que acontecerá no filme.
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A
Susan Sarandon e a Goldie Hawn. Eu também não
gostava do Nicolas Cage, mas achei "Senhor das Armas"
tão bom que resolvi tirá-lo daqui.
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Comida
muito quente.
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Comidas
de casamento. Sempre aquela massa ao molho branco e o filezinho
ao molho madeira...
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Comidas
de fim de ano. Pernil, peru & cia... nada pode ser mais
sem graça.
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Comidas
com catupiry. Nem tanto pelo catupiry, mas porque eu sempre
acho que sou a única pessoa do mundo que não gosta
de catupiry.
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Comidas
com molho branco. |
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Cigarros,
principalmente em ambientes fechados. E o cheiro do cigarro
empesteando a roupa depois. Mas pior mesmo são as pessoas
que já cheiram a cigarro independente de ter ido ou não
a uma balada...
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Playboys
que dançam axé ou dance com o braço levantado
segurando uma latinha de cerveja.
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Luz
estroboscópica em boates e danceterias.
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Pessoas
bêbadas, principalmente quando não percebem que
estão bêbadas (praticamente sempre...).
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Minha
timidez (que diminuiu um pouco), a distração (que
está cada vz pior) e a falta de atenção
em ouvir algumas histórias de algumas pessoas.
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Quando
não faço o que tenho que fazer, por negligência
ou por estar "mole" demais.
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Quando
a timidez que citei lá em cima faz com que eu perca a
oportunidade de fazer observações que poderiam
ser consideradas ótimas ou pertinentes.
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Quando
tenho problemas de concentração.
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Minha
dificuldade em dizer não.
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Fofocas
de celebridades. Já não dá mais para saber
o que é verdade ou o que é "invenção
para se promover".
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Pessoas
discutindo a moralidade na televisão brasileira.
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Propagandas
de cerveja. Antigamente eu as achava legais e odiava as de automóveis.
Mas de um tempo pra cá...
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Reportagens
televisivas sobre culturas orientais (absolutamente nada contra
as culturas orientais em si, é bom destacar!!).
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Reportagens
televisivas sobre culturas primitivas (absolutamente nada contra
as culturas primitivas em si, é bom destacar!!).
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Dar
informação errada na rua. Involuntariamente, claro... Outro
dia, por exemplo, um cara me perguntou em um farol como se chegava
à Rua 15 de Novembro. Eu sabia mais ou menos... tinha
uma noção de direção, mas mandei ele entrar numa rua que eu
nem tenho idéia de onde ele foi parar. Logo em seguida me liguei
sobre um caminho muuuuito melhor. Fiquei com peso na consciência,
mesmo sem culpa... .
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Quadros
de natureza morta: flores e frutas em pinturas. Não há
nada mais sem graça. Quadro tem que ter gente ou paisaegns.
Até certos quadros com imagens abstratas são mais
interessantes.
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Conversas
técnicas sobre carros. Se a roda do carro X mudou no
modelo Y... ah, não tenho interesse nesse tipo de assunto.
Carro para mim serve só para dirigir.
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Ir
ao supermercado, principalmente aqueles hipermercados em que
se deve andar quilômetros para buscar uma latinha de alguma
coisa.
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Filas
de qualquer tipo.
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Bancos.
Desde as filas já citadas até ligações
do telemarketing para vender cartões ou outras tranqueiras.
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De
mosquitos e pernilongos voando na orelha de madrugada.
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Coceira
na garganta.
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Gurus
da administração que reciclam idéias, conceitos
e terminologias para vender livros e ganhar muito mais do que
qualquer pessoa que trabalha de fato.
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Discussões
sobre previdência social.
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Conversas
sobre mangás e HQs.
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Livros
de auto-ajuda.
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Carro
de papelão cruzando a rua.
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Meia
molhada.
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Frio:
um dia eu já gostei disso, mas hoje sou muito mais o calor.
Embora no frio as pessoas fiquem mais elegantes e alguns ambientes
pareçam mais aconchegantes, os malefícios não compensam
os benefícios. Tomar banho, trabalhar, acordar... tudo é mais
difícil ou parece ser feito em câmera lenta. A única
coisa que é melhor de fazer no frio é jogar bola, pois
é muito melhor para correr, é possível fazer um esforço
físico muito maior sem se cansar... Também não
gosto de determinadas épocas em que o tempo está
exageradamente seco... como em meados de 2005, por exemplo.
Eu nunca nem presto atenção se o tempo está seco ou não (nem
quando fui a Brasília), mas a coisa estava INSUPORTÁVEL.
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Quando
chove muito em SP no horário de saída do trabalho. Há
fases em que São Pedro marca esse horário de chuva
só pra sacanear. Quero comprar um daqueles guarda-chuvas
de hotel, onde cabem umas 3 ou 4 pessoas. Além de ficar
com pernas e costas ensopadas e geladas, o problema
maior foram os pés: o lugar onde eu paro meu carro tem uma ladeira
imensa e, em situações como essa, forma-se uma correnteza terrível
rua abaixo. É praticamente um tsunami urbano.
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Arrumar
malas.
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Não
poder ir trabalhar por qualquer motivo. Mesmo que eu esteja
à beira da morte... Dá uma sensação
terrível de que eu sou um folgado que está dando
o cano no serviço.
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Aqueles
secadores
de mão a vento que ficam no banheiro de alguns shoppings
e restaurantes.
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Trânsito.
Isso está cada vez mais em choque com as minhas crescentes
ansiedade e impaciência.
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Motos
barulhentas. Principalmente quando dirigidas com motoboys que
passam buzinando e xingando.
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A
Telefonica e a Vivo.
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Fanáticos
religiosos. Aliás, respeito todas, mas não gosto
muito do conceito de "religião".
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Ficar
gripado.
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Série:
"Mulheres que todos acham um espetáculo... menos
eu": Juliana Paes, Raica de Oliveira e Mariana Ximenez.
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Quando
apertam meus cravos e espinhas.
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Telefonar
para as pessoas. Não todas, mas 80%...
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A
incoerência punk - ou melhor, de alguns punks.
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O
Movimento dos Sem-Terra.
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Carros
de papelão no meio da rua. Entendo que é o meio
de subsistência do cara e até por isso sou mais
complacente com isso, mas...
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Quando
não sei o que estou fazendo.
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Quando
alguém vem falar comigo quando estou concentrado.
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Mau
atendimento em lojas e restaurantes.
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Ir
ao banheiro na casa alheia.
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Meninas
gritando por seus ídolos. |
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